Anatomia no adulto, vista anterior (esquema original; ver Moore Anatomia, cap. 8): o que vem do 4º e do 6º arcos e da faringe. Roxo = cartilagem; laranja = músculo; amarelo = nervo; vermelho = glândula tireoide.
Embrião de ≈8 semanas visto pelo lado esquerdo (esquema original), usado aqui só para localizar a faringe e o intestino anterior. Os detalhes estão na página “Embrião de 8 semanas”.
direita do embriãoesquerda do embrião
↑ dorsalventral ↓
↔ arraste para o lado para ver o desenho inteiro
Nervo laríngeo recorrente: momento
Arraste a barra, clique nas marcas ou use ← →. A textura que se move mostra o sentido do processo: o ectoderma entra nos sulcos, o endoderma sai da faringe para as bolsas e os pontos azul-turquesa (crista neural) chegam aos arcos. Com “reduzir movimento” ligado no sistema, setas fixas substituem o movimento.
Arraste a barra, use ← → ou Shift + roda do mouse sobre a imagem. Do dia 24 ao 56 a vista é anterior (de frente), com a parede ventral transparente: primeiro a faringe inteira com todos os arcos e o estomodeu, depois a câmera se aproxima da laringe; o coração aparece na frente, transparente, dentro do pericárdio. O embrião está desenhado retificado: na realidade, da 4ª à 8ª semana ele é fletido, curvado como um C. Os marcos usam as idades das figuras do Moore; entre eles, o tempo é aproximado (≈).
Outras fontes (Langman 13ª)
Onde o Langman diverge do Moore nos temas desta página:
Cartilagens da laringe: Moore, do mesênquima derivado da crista neural; Langman, aritenoide e cricoide do mesoderma da placa lateral.
Corpo do hioide: Moore, da eminência hipobranquial; Langman, parte superior do 2º arco e parte inferior do 3º.
Paratireoide inferior: Moore, por volta da 6ª semana; Langman, na 5ª semana.
Tecido linfoide da tonsila palatina: Moore, infiltração por volta do 7º mês; Langman, no 3º e 4º meses.
Corpo ultimofaríngeo: Moore, da 4ª bolsa; Langman, no resumo do capítulo, das bolsas 4 e 5 (no texto, da 4ª).
Seio cervical: Moore, uma depressão ectodérmica; Langman, uma cavidade que perde contato com o exterior quando o 2º arco se funde com a crista epicárdica.
Nervo laríngeo recorrente: Moore explica a diferença entre os lados pela transformação do 6º par de artérias; o Langman acrescenta a descida do coração.
Esquema original em vetor. Conteúdo conferido em Moore, Persaud & Torchia, Embriologia Clínica, 10ª ed., caps. 4, 9, 10 e 13 (para ver no livro: Figs. 4-10, 9-1, 9-3, 9-7, 10-1, 10-4, 13-39 e 13-40). O foco é o aparelho faríngeo: o que os arcos, os sulcos e as bolsas formam ao redor da laringe, até a junção da laringe com a traqueia. A árvore respiratória abaixo dela aparece só como contexto e tem página própria, Do intestino anterior aos alvéolos. O Moore desenha o assoalho da faringe visto de cima; aqui ele foi redesenhado de frente, com a parede ventral transparente, e o embrião, que na realidade é fletido, está retificado. Os dias e semanas intermediários são aproximados.