Embrião de ≈8 semanas visto pelo lado esquerdo (esquema original), usado aqui só para localizar a faringe e o intestino anterior. Os detalhes estão na página “Embrião de 8 semanas”.
direita do embriãoesquerda do embrião
↑ dorsalventral ↓
↔ arraste para o lado para ver o desenho inteiro
Arraste a barra, use ← → ou Shift + roda do mouse sobre a imagem. Do dia 24 ao 56 a vista é anterior (de frente), com a parede ventral transparente: primeiro a faringe inteira com todos os arcos e o estomodeu, depois a câmera se aproxima da laringe e dos pulmões; o coração aparece na frente, transparente, dentro do pericárdio. Com 10 e 16 semanas o zoom acompanha a ramificação da árvore brônquica; depois de 16 semanas, o quadro ao lado mostra a unidade terminal de perto (círculo tracejado). Os marcos usam as idades das figuras do Moore; entre eles, o tempo é aproximado (≈).
Outras fontes (Langman 13ª)
Onde o Langman diverge do Moore nos temas desta página:
Brônquios segmentares do pulmão esquerdo: Moore, 8 ou 9; Langman, 8.
Gerações de vias aéreas depois do nascimento: Moore, 7; Langman, 6.
Estágio pseudoglandular: Moore, da 5ª à 17ª semana (no resumo do capítulo, 6 a 16); Langman, de 5 a 16 semanas.
Estágio canalicular: Moore, da 16ª à 26ª semana; Langman, de 16 a 26 semanas (iguais).
Estágio de saco terminal: Moore, da 24ª semana ao fim do período fetal (no resumo, 26 semanas ao nascimento); Langman, de 26 semanas até o nascimento.
Estágio alveolar: Moore, do fim do período fetal aos 8 anos (no resumo, de 32 semanas a ≈8 anos); Langman, de 8 meses até a infância.
Sobrevivência do prematuro: Moore, por volta da 26ª à 28ª semana (≈1.000 g); Langman, no final do 7º mês.
Pneumócitos tipo II e surfactante: Moore, a produção de surfactante começa entre a 20ª e a 22ª semana; Langman, as células tipo II surgem no final do 6º mês.
Alvéolos ao nascer: Moore, ≈150 milhões, metade do adulto; Langman, um sexto do adulto.
Até quando se formam alvéolos: Moore, até ≈8 anos; Langman, nos primeiros 10 anos.
Esquema original em vetor. Conteúdo conferido em Moore, Persaud & Torchia, Embriologia Clínica, 10ª ed., caps. 4, 10 e 13 (para ver no livro: Figs. 4-10, 10-1, 10-2, 10-8, 10-9, 10-10, 10-11, 10-12 e 13-40). O foco é a árvore respiratória: do sulco laringotraqueal, no assoalho da faringe, aos alvéolos. Os arcos faríngeos e a laringe aparecem só como contexto e têm página própria, Da faringe à laringe. O Moore desenha o assoalho da faringe visto de cima; aqui ele foi redesenhado de frente, com a parede ventral transparente, e o embrião, que na realidade é fletido, está retificado. Os dias e semanas intermediários são aproximados.